sexta-feira, 4 de junho de 2010

"Quem se beneficia com a bancarrota da Europa?"

Do Cubadebate.

¿Quién se beneficia con la bancarrota de Europa?

18 MAYO 2010
Un poder inmenso y una despótica dominación económica está en manos de los que controlan el dinero. (S.S. Pío XI)

El efecto “dominó” de la quiebra el 15 de setiembre de 2008 de uno de los más grandes bancos de inversión norteamericana, Lehman Brothers contagió a Europa y la arrojó a “una de las peores crisis desde la Segunda Guerra Mundial e incluso desde la Primera, de 1914″. Así lo tuvo que aceptar el presidente del Banco Central Europeo, el francés Jean-Claude Trichet, el mismo banquero que aseguró a los 16 miembros de la eurozona después de estallar la burbuja financiera norteamericana en 2008, indicando que Europa estaba “blindada de la recesión norteamericana”. Trichet hora señala como culpable a EE.UU., y dice que “los mercados financieros ya no funcionan”.

¿Tenía que suceder la bancarrota de Grecia, la quiebra de las instituciones financieras en España, Irlanda, Portugal e Italia, (llamados el grupo PIGS), sin mencionar a los nuevos socios de la Unión Europea como Bulgaria, Rumania, Lituania, Letonia, Estonia etc, para que los líderes del viejo continente se dieran cuenta de la crisis?. La respuesta es no. Los promotores de la Unión Europea y de la eurozona, Alemania y Francia sabían que los integrantes del grupo PIGS no tenían condiciones para su incorporación al euro. Pero les venció la ambición del poder.

Grecia ya estaba quebrada desde la Segunda Guerra Mundial, cuando EE.UU. impidió el avance del movimiento socialista ya que era un enclave importante militar en el Mediterráneo. Desde 1947 hasta 1974, la economía y la política de Grecia estaba bajo control directo del Departamento de Estado. El surgimiento del movimiento popular en 1960 indujo a EE.UU. a promover el golpe de Estado que barrió con toda la oposición a sangre, fuego y torturas. La película de Costa Gavras, “Z” representa un gran testimonio del terror y la represión. Cuando el parlamento griego emitió la nota de protesta al gobierno norteamericano en 1964, por su intervención, el presidente Lindón B. Jonson contestó “Fuck your parliament and your constitution. América is an elephant”.

Fue precisamente este elefante, que con la sumisión de la elite gobernante, el que hizo enrolarse a Europa en la OTAN y la hizo adoptar el sistema económico neoliberal globalizado, induciendo a sus banqueros a lanzarse en la misma burbuja. Fueron sus escuadrones de especuladores como Goldman Sachs que facilitaron el fraude presupuestal al grupo PIGS para que entraran en eurozona a sabiendas de su próximo colapso financiero y el debilitamiento de la Unión Europea.

Esto es lo que necesitaba Norteamérica para su hegemonía. Por ejemplo Grecia ahora es prácticamente propiedad de Goldman Sachs, del FMI y de los bancos alemanes y franceses, los que les están imponiendo a Grecia y a sus compañeros del PIGS el plan “Consenso de Washington” que quebró en los años 1980 - 1990 a América Latina. Les están obligando a recortar los gastos sociales drásticamente, pero no los militares.

Sin embargo, en América Latina la reacción fue el despertar de la conciencia social, y hoy el dominio norteamericano es cada vez más débil.

Mientras tanto, el efecto burbuja financiera ya se cierne sobre Alemania y Francia, por eso envían el urgente paquete de rescate de 750 mil millones de euros para los Pigs. Pero aquí en EE.UU. sabemos cómo funcionan esas ayudas.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

O outro holocausto. De novo, bem debaixo dos nossos olhos.

Assista ao documentário no final da matéria. Imperdível!
Hasta!

Da Carta O BERRO
Por BBC, BBC Brasil, Atualizado: 31/5/2010 14:01

Entenda como funciona o bloqueio à Faixa de Gaza

A Faixa de Gaza vive sob bloqueio imposto por Israel desde que o grupo extremista islâmico Hamas assumiu o controle da região, em junho de 2007.
Israel quer enfraquecer o Hamas, pôr fim a seus ataques com foguetes contra cidades israelenses e resgatar o soldado Gilad Shalit. Mas muitas agências de ajuda humanitária dizem que a política serve apenas para punir civis.
A Anistia Internacional chamou o bloqueio de "punição coletiva" que resulta em uma "crise humanitária"; funcionários da ONU descreveram a situação como "preocupante" e como "sítio medieval", mas Israel diz que não há desabastecimento em Gaza, justificando que permite, sim, a entrada de ajuda no território.
O que entra e sai de Gaza, e que impacto isso tem?

O que entra

Na maior parte dos três anos desde que o Hamas assumiu o controle de Gaza, os 1,5 milhão de pessoas da região contam com menos de um quarto do volume de importações que recebiam em dezembro de 2005. Em algumas semanas, muito menos do que isso chega à região, apesar de as importações em 2010 terem atingido entre 40% e 45% dos níveis pré-bloqueio.
Na esteira da chegada do Hamas ao poder, Israel afirmou que permitiria apenas a entrada de suprimentos humanitários na Faixa de Gaza. O país tem uma lista de itens que poderiam ser usados para fabricar armas, como canos de metal e fertilizantes.
Esses itens não podem entrar, à exceção de em "casos especiais humanitários". Não foi publicada, entretanto, qualquer lista do que pode ou não pode entrar em Gaza, e os itens variam de tempos em tempos.
A lista da agência da ONU de ajuda aos refugiados palestinos, a UNRWA, tem itens de uso doméstico que tiveram entrada proibida várias vezes, como lâmpadas, velas, fósforos, livros, instrumentos musicais, giz de cera, roupas, sapatos, colchões, lençóis, cobertores, massa para cozinhar, chá, café, chocolate, nozes, xampu e condicionador.
Muitos outros artigos - que vão de carros e frigideiras a computadores - quase sempre têm entrada recusada.
Materiais de construção como cimento, concreto e madeira tiveram entrada quase sempre proibida até o começo de 2010, quando uma pequena quantidade de vidro, madeira e alumínio foi autorizada.
Durante os seis meses de trégua entre Israel e Hamas que começaram em junho de 2008, e no começo de 2010, o volume e a gama de bens que entram em Gaza aumentou um pouco, com a chegada de caminhões de sapatos e roupas.
Israel diz que o Hamas desviou ajuda no passado, e que poderia se apropriar de materiais de construção para seu próprio uso. Agências de ajuda respondem afirmando que têm sistemas de monitoramento rígidos em vigor.

Alimentos

Agências de ajuda humanitária que operam em Gaza dizem que conseguem, em grande parte, transportar suprimentos básicos como farinha e óleo de cozinha para o território.
Mas a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, na sigla em inglês), diz que 61% dos moradores de Gaza vivem em uma situação de "insegurança alimentar".
Metade dos 1,5 milhão de moradores de Gaza depende da UNRWA e de seus suprimentos de comida.
A distribuição de comida pela UNRWA foi suspensa várias vezes desde junho de 2007, como resultado do fechamento das fronteiras ou de racionamento de comida.
Israel costuma dizer que as fronteiras são fechadas por motivo de segurança, usando como exemplo ocasiões em que palestinos atacaram os postos fronteiriços ou lançaram foguetes contra Israel.
Os pacotes de ajuda da UNRWA respondem por cerca de dois terços das necessidades alimentares dos palestinos em Gaza, e precisam ser complementadas por laticínios, carne, peixe, frutas frescas e legumes.
Alguns desses itens são cultivados localmente, outros têm entrada permitida, vindos de Israel, e outros são contrabandeados por túneis na fronteira de Gaza com o Egito.
Mas com o desemprego em 40%, segundo estima a ONU, alguns moradores de Gaza não podem comprar o básico, mesmo se eles estiverem disponíveis.
A UNRWA afirma que o número de moradores de Gaza incapazes de comprar itens como sabão e água potável triplicou desde 2007.
Uma pesquisa realizada pela ONU em 2008 revelou que mais da metade dos domicílios de Gaza vendeu o que tinha e depende de crédito para comprar comida.
Três quartos dos habitantes da região compram menos comida do que no passado, e quase todos estão comendo menos frutas, legumes e verduras frescos e proteínas, para economizar.
A operação militar de Israel em dezembro e janeiro de 2009 prejudicou significativamente a transferência de alimentos e sua distribuição, além de ter causado prejuízos à agricultura que a FAO estima estar na ordem dos US$ 180 milhões.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), um terço das crianças com menos de 5 anos e de mulheres em idade fértil em Gaza estão anêmicos.

Combustível e energia

Em setembro de 2007, o governo de Israel declarou a Faixa de Gaza uma "entidade hostil", em resposta a ataques contínuos com foguetes contra o sul de Israel, e disse que começaria a cortar o nível de combustível importado pela região.
Falta de gasolina e diesel causaram grandes problemas. Carroças puxadas por burros são uma visão comum em Gaza. O combustível para carros entra por túneis, através do Egito.
De acordo com informação compilada pela Ong Oxfan, não entrou qualquer quantidade de gasolina ou diesel para veículos vindo de Israel desde de novembro de 2008 - à exceção de combustível usado por carros da ONU e de outros cinco outros carregamentos por navio, em três anos.
A quantidade de gás de cozinha com entrada autorizada geralmente varia entre um terço e metade da necessidade, segundo a Oxfam.

Eletricidade

O fornecimento de eletricidade a Gaza é composto por 144 Megawatts vindos de Israel, 17 Megawatts do Egito e o restante de uma usina controlada pela União Européia em Gaza, que pode gerar até 80 Megawatts.
O combustível para a usina é geralmente levado através do posto fronteiriço de Nahal Oz. A usina fechou por completo várias vezes por falta de combustível, porque o posto estava fechado. A usina ficou sem energia durante a maior parte da operação de Israel em janeiro de 2009, deixando dois terços dos moradores de Gaza sem energia, no pico da crise.
Desde o começo de 2008, a usina recebeu combustível suficiente para operar com apenas dois terços da sua capacidade - obedecendo a uma determinação da Suprema Corte de Israel, que estabelece a entrada de uma quantidade mínima de combustível em Gaza.
Números monitorados por agências internacionais mostram que a chegada de combustível caiu para seus níveis mínimos várias vezes na primeira metade de 2008.
No fim de 2009, a responsabilidade por custear o combustível foi transferida da União Européia para a Autoridade Nacional Palestina, baseada em Ramallah, na Cisjordânia. Em abril e maio de 2010, o fornecimento de combustível oscilou, e a usina conseguiu operar entre 20% e 50% de sua capacidade.
Os cortes de energia continuam frequentes. Uma pesquisa da Oxfam de abril de 2010 mostrou que havia casas em Gaza sem energia por 35 ou 60 horas por semana.

Esgoto e água

O bloqueio teve um enorme impacto na rede de esgoto e de abastecimento de água. A falta de componentes torna difícil a reforma da rede. O fornecimento de energia intermitente fez com que bombas elétricas precisassem de geradores, que, por sua vez, não tinham peças reserva.
A OMS diz que a Operação Chumbo Fundido piorou o que já era uma situação crítica. Antes da operação, segundo a organização, os moradores de Gaza tinham menos de metade da água que necessitam de acordo com padrões internacionais. Além disso, 80% da água que chegava ao território não tinha qualidade compatível com os padrões da OMS.
No auge dos combates em janeiro, metade da população de Gaza não tinha acesso a àgua encanada.
O organismo responsável pelo tratamento de esgoto em Gaza estima que ao menos 50 milhões de litros de esgoto mal ou não tratado seja despejado no mar diariamente.
Parte do esgoto de Gaza é armazenado em lagoas. Uma delas tranbordou em 2007, causando ao menos cinco mortes.

Negócios

De maneira geral, a ONU diz que o bloqueio causou "danos irreparáveis" à economia de Gaza. O desemprego aumentou de 30% em 2007 para 40% em 2008, de acordo com o Banco Mundial. A ONU afirma que se a ajuda fosse descontada, 80% dos moradores de Gaza viveriam na pobreza.
O bloqueio devastou o setor privado. Antes de 2007, cerca de 750 caminhões de móveis, produtos alimentícios, têxteis e agrícolas deixavam Gaza a cada mês, no valor de meio milhão de dólares por dia.
Sob o embargo, as únicas exportações permitidas foram as contidas em poucos camihões de morangos e flores - apesar de a situação ter melhorado levemente no começo de 2010, com a saída de 118 camihões entre dezembro de 2009 e abril de 2010.
Até a produção para necessidades locais foi praticamente paralisada, porque matérias primas raramente conseguem entrar. De acordo com a organização de defesa dos direitos humanos Gisha, pequenos conteineres de margarina têm entrada permitida para consumo doméstico. Baldes de manteiga, entretanto, não podem entrar - esses poderiam ser usados para manufatura industrial de alimentos.
Algumas empresas retomaram suas atividades usando produtos contrabandeados através dos túneis.
Antes do bloqueio, 3.900 empresas operavam, empregando 35 mil pessoas - em junho de 2008, apenas 90 funcionavem, empregando apenas 860, de acordo com o Centro de Comércio Palestino. A situação melhorou ligeiramente durante a trégua.
Os negócios de Gaza sofreram prejuízo estimado em US$ 140 milhões durante as operações militares de dezembro e janeiro, de acordo com o Conselho Coordenador do Setor Privado Palestino.

Agricultura

A agricultura também é um empregador importante, mas com as exportações em praticamente zero, milhares de toneladas de flores, frutas, legumes e verduras foram destruídos ou vendidos com prejuízo em mercados locais.
Outras áreas da indústria alimentícia também foram afetadas - por exemplo, o aumento dos custos de produção para pescadores aumentou o preço das sardinhas, e um avicultor teve que matar 165 mil pintos, porque não tinha combustível para as incubadoras que os manteriam vivos.
A FAO afirma que árvores, campos, gado e estufas - no valor de US$ 180 milhões - foram destruídas na Operação Chumbo Fundido. A Autoridade Nacional Palestina estima que 15% das terras para cultivo na região tenham sido destruídas.
A FAO afirma ainda que as fronteiras fechadas são um enorme obstáculo para a reconstrução, com a falta de fertilizante, gado, sementes e equipamento agrícola.
Israel diz que em 2010 permitiu a entrada em Gaza de sementes de batata, ovos para reprodução, abelhas e fertilizantes que não poderiam ser usados em bombas.

Construção

Restrições a material de construção, em particular cimento, e componentes para máquinas, tiveram enorme impacto sobre projetos que vão de tratamento de água à abertura de sepulturas. A reconstrução de prédios e infraestrutura destruida nas operações de Israel de 2009 se tornou praticamente impossível.
A ONU diz que as restrições ao cimento tornaram impossível a reconstrução de 12 mil casas palestinas danificadas ou destruídas durante as operações israelenses.
A organização diz que não pôde construir escolas para abrigar 15 mil novos alunos - necessárias porque a população aumentou desde que o bloqueio começou.
Mesmo antes da operação Chumbo Fundido, todas as fábricas de material de construção tinham fechado (13 que fabricavam azulejos, 30 de concreto, 145 de corte de mármore e 250 de tijolos), e a construção de estradas, de redes de abastecimento de água e saneamento, de instalações médicas e casas foi paralisada.
Durante a trégua, alguns caminhões de cimento começaram a entrar em Gaza, mas o volume estava muito abaixo do necessário - e o fluxo parou, assim que a trégua ruiu.
Em março de 2010, Israel aprovou a entrada de material de construção para alguns projetos da ONU que estavam paralisados, mas o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse que aquela era "uma gota em um balde" em comparação às necessidades.

Saúde

A OMS diz que o bloqueio levou a uma "piora das condições de saúde da população" e "à degeneração acelerada" do sistema de saúde.
Israel geralmente permite a entrada de remédios em Gaza. A OMS afirma que a falta de remédios é um problema, com 15% ou 30% dos medicamentos essenciais em falta ao longo de 2009.
O sistema de saúde também luta para obter componentes para suas máquinas e também com a falta de combustível para geradores.
Antes da operação Chumbo Derretido, Gaza tinha apenas 133 leitos hospitalares por 100 mil pessoas, comparados com 583 em Israel, e perdeu parte de sua capacidade durante os combates.
Seis hospitais sofreram danos, incluindo um prédio novo que foi totalmente destruído, e outro que perdeu dois andares inteiros. Gaza simplesmente não está equipada para tratar casos graves de saúde.
De acordo com dados israelenses, 10.554 pacientes e seus acompanhantes deixaram Gaza para obter tratamento médico em Israel desde 2009.
Mas a OMS afirma que em dezembro de 2009, foi negada ou atrasada permissão para entrada de 21% dos pacientes, e 27 morreram durante o ano, à espera de autorizações de Israel.
A fronteira de Rafah com o Egito está fechada desde junho de 2007, apesar de alguns casos médicos considerados especiais poderem cruzar o local.
Israel diz que é necessário uma inspeção cuidadosa, alegando que três pessoas com autorização médica para deixar o território planejavam, na verdade, atacar o país.
O governo israelense diz ainda que se ofereceu para facilitar a passagem de Israel para a Jordânia para palestinos que tiveram sua autorização recusada por motivos de segurança.

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Agora o Oliver Stone vai ser o cara mais odiado do mundo...

... mas eu diria que é um dos estadunidenses mais lúcidos que eu já ouvi falar.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Ao sul da fronteira

De Oliver Stone.

as moscas e as aranhas.

Já faz bastante tempo que deixei o blog para as moscas cuidarem... mas hoje, li uma notícia que me deixou triste, além das notícias trágicas (a absurdas) da Faixa de Gaza e além de tantas notícias trágicas que a gente lê todo o dia. Aliás, se a gente quiser, pode passar a vida procurando notícia desse tipo. Aliás (de novo), muitas vezes, não precisa nem procurar, é só olhar pro lado. Mas tem algumas coisas que a gente não consegue mesmo entender. Como é que um povo, que já passou por tudo o que os judeus já passaram na história, faz uma coisa dessas? Será que o ser humano nunca aprende com a História? Essa mesma, com letra maiúscula, que a gente insiste em relegar, já que na sociedade ultra moderna e ultra tecnológica, o passado é um mero acontecimento totalmente desprezível absolutamente e dispensável. Será?
Buenas, mas esse não era o assunto do início deste post. Na verdade, a notícia triste de que eu falava era sobre a morte de Louise Bourgeois, uma escultora francesa. Eu ouvi falar dela pela primeira vez num curso de desenho que fiz no Ateliê Livre, nem lembro o ano. O professor me indicou o trabalho dela como fonte de inspiração para o tipo de arte que eu buscava, já que Frida Kahlo já era uma referência meio óbvia demais... Falando assim, até parece que eu sou uma artista plástica. Só pra esclarecer, eu não sou. Nem de longe, de muuuuito longe. Eu só adoro, só isso.
Enfim, foi por intermédio desse professor que eu fui pesquisar sobre ela e gostei muito do trabalho que ela desenvolvia. Uma coisa meio sonho meio entranha... E agora, abro um site e vejo a notícia da morte dela. Uma pena. Mas também é legal ver gente que vive de verdade, cumpre sua tarefa e vai quando a pilha acaba, não antes.
Bom, é sobre ela essa notícia. Do Cubadebate.
Hasta!


Escultora Louise Bourgeois muere en Nueva York

La escultora Louise Bourgeois, quien exploró en sus obras los sentimientos más profundos de la mujer sobre el nacimiento, la sexualidad y la muerte, falleció el lunes. Tenía 98 años.

Bourgeois continuaba produciendo, sus últimas piezas las había terminado apenas la semana pasada, antes de que sufriera un ataque cardiaco la noche del sábado, dijo la directora de su estudio, Wendy Williams.

La artista plástica murió en el Centro Médico Beth Israel, en Manhattan, donde vivía, informó AP.

La escultora trabajó con una amplia gama de materiales en sus obras, en las que abordó temas relativos al cuerpo masculino y femenino, así como a las pasiones del hombre, entre ellas la ira, la traición e incluso el homicidio.

Su trabajo reflejó las influencias del surrealismo, del primitivismo y de los primeros escultores modernistas como Alberto Giacometti y Constantin Brancusi.

“En verdad me gusta preocupar y molestar a la gente (con el contenido de las obras)”, dijo la artista en 1984 al diario The Washington Post.

“Dicen que les molesta la doble genitalidad de mis nuevas obras. Bueno, a mí me ha molestado toda la vida. Una vez dije a mis hijos: ‘es sólo un asunto fisiológico, saben, eso del impulso sexual’. Fue mentira. Es mucho más que eso”, señaló.

Las obras de Bourgeois, quien nació en París en 1911 y luego obtuvo la nacionalidad estadounidense, eran casi desconocidas en el mundo del arte internacional hasta que cumplió 70 años, cuando el Museo de Arte Moderno de Nueva York montó en 1982 una muestra exclusiva de sus piezas.

“Esta no es una muestra fácil de comprender”, escribió el crítico de arte Grace Glueck en el diario New York Times. “La recompensa es un encuentro intenso con una artista que explora su psique al coste de gran peligro”.

En su libro “American Visions”, el crítico de arte de la publicación Time, Robert Hughes, la describió como “la madre del arte de identidad feminista en Estados Unidos. La influencia de Bourgeois en los artistas jóvenes ha sido enorme”.

En un intercambio de correos electrónicos en el 2008, The Associated Press le preguntó a Bourgeois qué consejo le daría a artistas jóvenes que apenas empiezan su carrera artística, sobre los cuales tuvo un gran impacto.

“Cuenta tu propia historia y serás interesante”, escribió. “No te contagies del mal verde de la envidia. No te dejes engañar por el éxito y el dinero. No dejes que nada se interponga entre tu arte y tú”.

El esposo de Bourgeois, el historiador de arte estadounidense Robert Goldwater, murió en 1973. La artista deja dos hijos, Alain y Jean-Louis, así como dos nietos y un bisnieto, dijo Williams.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Estava a mídia em seu lugar, veio o Lula...

É do blog do Leandro Fortes, mas eu tirei do Conversa Afiada. O negrito fui eu!
Hasta!

Não verás Lula nenhum

Em linhas gerais, Luís Fernando Veríssimo disse, em artigo recente, que as gerações futuras de historiadores terão enorme dificuldade para compreender a razão de, no presente que se apresenta, um presidente da República tão popular como Luiz Inácio Lula da Silva ser alvo de uma campanha permanente de oposição e desconstrução por parte da mídia brasileira. Em suma, Veríssimo colocou em perspectiva histórica uma questão que, distante no tempo, contará com a vantagem de poder ser discutida a frio, mas nem por isso deixará de ser, talvez, o ponto de análise mais intrigante da vida política do Brasil da primeira década do século XXI.

A reação da velha mídia nativa ao acordo nuclear do Irã, costurado pelas diplomacias brasileira e turca chega a ser cômica, mas revela, antes de tudo, o despreparo da classe dirigente brasileira em interpretar o força histórica do momento e suas conseqüências para a consolidação daquilo que se anuncia, finalmente, como civilização brasileira. O claro ressentimento da velha guarda midiática com o sucesso de Lula e do ministro Celso Amorim, das Relações Exteriores, deixou de ser um fenômeno de ocasião, até então norteado por opções ideológicas, para descambar na inveja pura, quando não naquilo que sempre foi: um ódio de classe cada vez menos disfarçado, fruto de uma incompreensão histórica que só pode ser justificada pelo distanciamento dos donos da mídia em relação ao mundo real, e da disponib ilidade quase infinita de seus jornalistas para fazer, literalmente, qualquer trabalho que lhe mandarem os chefes e patrões, na vã esperança de um dia ser igual a eles.

Assim, enquanto a imprensa mundial se dedica a decodificar as engrenagens e circunstâncias que fizeram de Lula o mais importante líder mundial desse final de década, a imprensa brasileira se debate em como destituí-lo de toda glória, de reduzí-lo a um analfabeto funcional premiado pela sorte, a um manipulador de massas movido por programas de bolsas e incentivos, a um demagogo de fala mansa que esconde pretensões autoritárias disfarçadas, aqui e ali, de boas intenções populares. Tenta, portanto, converter a verdade atual em mentiras de registro, como se fosse possível enganar o futuro com notícias de jornal.

Destituídos de poder e credibilidade, os barões dessa mídia decadente e anciã se lançaram nessa missão suicida quando poderiam, simplesmente, ter se dedicado a fazer bom jornalismo, crítico e construtivo. Têm dinheiro e pessoal qualificado para tal. Ao invés disso, dedicaram-se a escrever para si mesmos, a se retroalimentar de preconceitos e maledicências, a pintarem o mundo a partir da imagem projetada pela classe média brasileira, uma gente quase que integralmente iletrada e apavorada, um exército de reginas duartes prestes a ter um ataque de nervos toda vez que um negro é admitido na universidade por meio de uma cota racial.

Ainda assim, paradoxalmente, uma massa beneficiada pelo crescimento econômico, mas escrava da própria indigência intelectual.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

A vida é tão rara...

Lenine é sempre Lenine...
Só pra curtir um pouquinho, na onda da mensagem do Fidel.
Paciência!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Las locuras de nuestra época - por Fidel Castro

Excelente texto do Fidel!
Do Cubadebate.

Las locuras de nuestra época

No queda más remedio que llamar las cosas por su nombre. Los que conservan un mínimo de sentido común pueden observar sin gran esfuerzo cuán poco va quedando de realismo en el mundo actual.

Cuando el Presidente de Estados Unidos Barack Obama fue nominado Premio Nobel de la Paz, Michael Moore declaró: “ahora gáneselo”. El ingenioso comentario gustó a muchas personas por la agudeza de esa frase, aunque muchos no vieron otra cosa en la decisión del Comité noruego más que demagogia y la exaltación a la aparentemente inofensiva politiquería del nuevo Presidente de Estados Unidos, un ciudadano afronorteamericano, buen orador, e inteligente político al frente de un imperio poderoso envuelto en profunda crisis económica.

La reunión mundial de Copenhague estaba a punto de celebrarse y Obama despertó las esperanzas de un acuerdo vinculante en el que Estados Unidos se sumaría a un consenso mundial para evitar la catástrofe ecológica que amenaza a la especie humana. Lo ocurrido allí fue decepcionante, la opinión pública internacional había sido víctima de un doloroso engaño.

En la reciente Conferencia Mundial de los Pueblos sobre el Cambio Climático y los Derechos de la Madre Tierra, que tuvo lugar en Bolivia, se esgrimieron respuestas llenas de sabiduría de las antiguas nacionalidades indígenas, invadidas y virtualmente destruidas por los conquistadores europeos que, en busca de oro y riquezas fáciles, impusieron durante siglos sus culturas egoístas e incompatibles con los intereses más sagrados de la humanidad.

Dos noticias llegadas ayer expresan la filosofía del imperio pretendiendo hacernos creer en su carácter “democrático”, “pacífico”, “desinteresado” y “honesto”. Basta leer el texto de dichos despachos procedentes de la capital de Estados Unidos.

“WASHINGTON, 23 abr 2010 - El presidente de Estados Unidos, Barack Obama, está evaluando la posibilidad de desplegar un arsenal de misiles de cabezas convencionales, no nucleares pero capaces de alcanzar blancos en cualquier lugar del mundo en alrededor de una hora y con una capacidad explosiva potentísima.

“Si bien la nueva super bomba, montada sobre misiles del tipo Minuteman, no tendrá cabezas atómicas, su capacidad destructiva será equivalente, tal como lo confirma el hecho de que su despliegue está previsto en el recientemente firmado acuerdo START 2 con Rusia.

“Las autoridades de Moscú reclamaron, y lograron hacer figurar en el acuerdo, que por cada uno de estos misiles, Estados Unidos elimine uno de sus cohetes con cabezas nucleares.

“Según los reportes del New York Times y de la cadena televisiva CBS, la nueva bomba, bautizada PGS (Prompt Global Strike), deberá ser capaz de matar al líder de Al Qaeda, Osama Bin Laden, en una cueva en Afganistán, destruir un misil norcoreano en plena preparación o atacar un sitio nuclear iraní, ‘todo ello sin traspasar el umbral atómico’.

“La ventaja de disponer como opción militar de un arma no nuclear que tenga los mismos efectos de impacto localizado de una bomba atómica es juzgada interesante por el gobierno de Obama.

“El proyecto había sido inicialmente lanzado por el predecesor de Obama, el republicano George W. Bush, pero fue bloqueado por las protestas de Moscú. Teniendo en cuenta que los Minuteman también transportan cabezas nucleares, dijeron las autoridades de Moscú, era imposible establecer que el lanzamiento de un PGS no fuera el inicio de un ataque atómico.

“Pero el gobierno de Obama considera que puede dar a Rusia o a China las garantías necesarias para evitar malentendidos. Los silos de los misiles de la nueva arma serán montados en sitios alejados de los depósitos de cabezas nucleares y podrán ser inspeccionados periódicamente por expertos de Moscú o Pekín.

“La super bomba podría ser lanzada con un misil Minuteman capaz de volar a través de la atmósfera a la velocidad del sonido y cargando mil libras de explosivos. Equipos ultra sofisticados le permitirán al misil desenganchar la bomba y hacerla caer con extremada precisión sobre los blancos elegidos.

“La responsabilidad del proyecto PGS -que se estima costará 250 millones de dólares solamente en su primer año, de experimentación- fue encargada al general Kevin Chilton, al mando del arsenal nuclear norteamericano. Chilton explicó que el PGS cubrirá un hueco en la gama de opciones con las que actualmente cuenta el Pentágono.

“‘En estos momentos podemos golpear con armas no nucleares cualquier lugar del mundo, pero en un arco de tiempo de no menos de cuatro horas’, dijo el general. ‘Para una acción más rápida -reconoció- solamente contamos con opciones nucleares’.

“En el futuro, con la nueva bomba, Estados Unidos podría actuar rápidamente y con recursos convencionales, tanto contra un grupo terrorista como contra un país enemigo, en un período mucho más corto y sin despertar la ira internacional por el uso de armas nucleares.

“Se prevé que los primeros tests comenzarán en el 2014, y que para el 2017 estaría disponible en el arsenal estadounidense. Obama ya no estará en el poder, pero la super bomba puede ser la herencia no nuclear de este presidente, que ya ganó el premio Nobel de la Paz.”

“WASHINGTON, 22 Abr 2010 - Una nave espacial no tripulada de la Fuerza Aérea de Estados Unidos despegó este jueves de Florida, en medio de un velo de secreto sobre su misión militar.

“La nave espacial robotizada, o X-37B, fue lanzada desde Cabo Cañaveral en un cohete Atlas V a las 19H52 horas locales (23H52 GMT), según un video distribuido por el ejército.

“‘El lanzamiento es inminente’, dijo a AFP el mayor de la Fuerza Aérea Angie Blair.

“Parecido a un transbordador espacial en miniatura, el avión tiene 8,9 metros de largo y 4,5 metros de envergadura.

“La fabricación del vehículo espacial reutilizable ha tomado años y el ejército ha ofrecido explicaciones vagas sobre su objetivo o su papel en el arsenal militar.

“El vehículo está diseñado para ‘proporcionar el medio ambiente de un ‘laboratorio en órbita’ a fin de probar nuevas tecnologías y componentes antes de que estas tecnologías sean asignadas a programas de satélites en funcionamiento’, dijo la Fuerza Aérea en un comunicado reciente.

“Funcionarios han informado que el X-37B aterrizaría en la base de la Fuerza Aérea Vandenberg en California, pero no dijeron cuánto durará la misión inaugural.

“‘Para ser honestos, no sabemos cuándo va a volver’, dijo esta semana a periodistas Gary Payton, segundo subsecretario de programas espaciales de la Fuerza Aérea.

“Payton señaló que la nave podría permanecer en el espacio hasta nueve meses.

“El avión, fabricado por Boeing, comenzó como un proyecto de la agencia espacial estadounidense (NASA) en 1999 y luego fue transferido a la Fuerza Aérea, que planea lanzar un segundo X-37B en 2011.”

¿Hace falta acaso algo más?

Hoy se encuentran con un colosal obstáculo: el cambio climático ya incontenible. Se menciona el inevitable aumento de calor en más de dos grados centígrados. Sus consecuencias serán catastróficas. La población mundial en solo 40 años se incrementará en dos mil millones de habitantes, y alcanzará la cifra de nueve mil millones de personas, en ese breve tiempo: muelles, hoteles, balnearios, vías de comunicación, industrias e instalaciones cercanas a los puertos, quedarán bajo las aguas en menos tiempo que el que requiere para disfrutar la mitad de su existencia la generación de un país desarrollado y rico, que hoy egoístamente se niega al menor sacrificio para preservar la supervivencia de la especie humana. Las tierras agrícolas y el agua potable disminuirán considerablemente. Los mares se contaminarán; muchas especies marinas dejarán de ser consumibles y otras desaparecerán. No lo afirma la lógica sino las investigaciones científicas.

El ser humano había logrado incrementar, a través de la genética natural y el traslado de variedades de especies de un continente a otro, la producción por hectárea de alimentos y otros productos útiles al hombre, que aliviaron durante un tiempo la escasez de alimentos como el maíz, la papa, el trigo, las fibras y otros productos necesarios. Más tarde, la manipulación genética y el uso de fertilizantes químicos contribuyeron igualmente a la solución de necesidades vitales, pero están llegando ya al límite de sus posibilidades para producir alimentos sanos y aptos para el consumo. En apenas dos siglos se están agotando, por otra parte, los recursos de hidrocarburos que la naturaleza tardó 400 millones de años en formar. Del mismo modo, recursos minerales vitales no renovables que la economía mundial requiere, se están agotando. A su vez, la ciencia creó la capacidad de autodestruir el planeta varias veces en cuestión de horas. La mayor contradicción en nuestra época es, precisamente, la capacidad de la especie para autodestruirse y su incapacidad para gobernarse.

El ser humano logró elevar sus posibilidades de vida hasta límites que rebasan su propia capacidad de sobrevivir. En esa batalla está consumiendo aceleradamente las materias primas al alcance de sus manos. La ciencia hizo factible convertir la materia en energía, como ocurrió con la reacción nuclear, al costo de enormes inversiones, pero no se vislumbra siquiera la viabilidad de convertir la energía en materia. El infinito coste de las inversiones en las investigaciones pertinentes, está demostrando la imposibilidad de lograr en unas pocas decenas de años lo que el universo tardó decenas de miles de millones de años en crear. ¿Será necesario que el niño prodigio Barack Obama nos lo explique? La ciencia ha crecido extraordinariamente, pero la ignorancia y la pobreza también crecen. ¿Puede alguien acaso demostrar lo contrario?

Fidel Castro Ruz

Abril 25 de 2010

Me lembrei agora da capa da revista Veja quando o Fidel passou o governo de Cuba pro Raul. Eles estavam aliviados pois o velho comunista teimoso estava saindo de cena... estava...
Olha só a "imparcialidade" da revista que quer o Serra presidente:

RBS no Top das Mentes!

O desempenho da RBS no resultado da pesquisa Top of mind, da revista Amanhã, revela uma triste realidade dos gaúchos: ou nosso nível de exigência está muuuuito baixo, ou sofremos de extrema falta de opção. Ou as duas coisas, por que não? Afinal, uma pode ser consequência da outra, e vice versa.
Que saber por que? Olha só:

O Grupo RBS no Top of Mind

Top of Mind – Rio Grande do Sul – ESPECIAL
Do Acontecendo Aqui

Empresa que investe na cultura

Grupo RBS – 14,4%

Empresa em que gostaria de trabalhar

Grupo RBS — 2º lugar — 4,1%

Empresa Preocupada com o Meio Ambiente

Grupo RBS – 3º lugar — 4,4%

Emissora de TV / Rede de Televisão

RBS TV/Globo – 80,3%

Jornal

Zero Hora — 28,3%

Diário Gaúcho — 13,9%

Pioneiro — 4º lugar — 5,6%

Emissoras de Rádio FM

Rádio Atlântida – 16,3%

Rádio Cidade – 7,4%

Emissoras de Rádio AM

Rádio Gaúcha – 15,7%

Rádio Farroupilha – 14,6%

Programa de TV

Jornal do Almoço (RBS TV) — 43%

RBS Notícias (RBS TV) — 15%

Comunicação - Blog

Pretinho Básico – Rádio Atlântida — 1%

Kzuka – 0,8%

Empresário Gaúcho

Maurício Sirotsky Sobrinho – 2º lugar — 2,6%

Colunista de Jornal

Paulo Sant’Ana (Zero Hora) – 38,8%

Lasier Martins (Zero Hora) – 3,7%

Martha Madeiros (Zero Hora) – 3,7%

Comunicador Local de TV

Lasier Martins (RBS TV) – 20,0%

Cristina Ranzolin (RBS TV) – 16,8%

Paulo Sant’Ana (RBS TV) – 10,3%

Comunicador de Rádio

Gugu Streit (Rádio Farroupilha) – 2º lugar — 6,1%

Locutor Esportivo de Rádio

Pedro Ernesto Denardin (Rádio Gaúcha) – 16,0%

Paulo Brito (RBS TV) – 9,0%

Top of Mind Porto Alegre

As marcas especiais – Top Man

Colunista Social: Paulo Sant’Ana — 59,5%

As marcas por classe social – Classe C

Colunista Social: Paulo Sant’Ana — 50%

As marcas emergentes

Colunista Social: Paulo Sant’Ana — 2,51%

Colunista Social

Paulo Sant’Ana — 18,5%

Martha Medeiros e Lasier Martins — 3º lugar — 4%

Grande Empresa do Rio Grande do Sul

Grupo RBS — 3º lugar — 6,3%

As Marcas Especiais – Top Man: o peso do público masculino no total de citações da marca

Emissora de rádio AM: Rádio Gaúcha — 67,0%

Locutor de Rádio: Pedro Ernesto Denardin (Rádio Gaúcha) — 66,7%

As Marcas Especiais – Top Woman: o peso do público feminino no total de citações da marca

Comunicador Local de TV: Cristina Ranzolin (RBS TV) – 59,7%

As Marcas Especiais – Top Sênior: o peso do público da faixa etária dos 40 aos 65 anos

Programa local de TV: Galpão Crioulo – (RBS TV) 61,8%

As Marcas por Classe Social – Marcas de Elite: o peso das classes AB no total de citações da marca

Emissora de Rádio: Rádio Gaúcha – 38,8%

As Marcas por Classe Social – Classe C: o peso da classe C no total de citações da marca

Emissora de rádio FM: Rádio Cidade – 47,2%

As Marcas por Classe Social – Marcas Populares: o peso das classes D/E no total de citações da marca

Jornal: Diário Gaúcho – 53,9%

Emissora de Rádio AM: Rádio Farroupilha – 52,0%

Programa local de TV: Galpão Crioulo (RBS TV) – 47,1%

As Marcas Emergentes: taxa média de crescimento do índice de cada marca nos últimos quatro anos

Colunista de jornal: Paulo Sant’ Ana (Zero Hora) — 3,8

E eu ainda me pergunto, como se a resposta não fosse óbvia: por que este Estado é tão reacionário?